Paul Mas, Melhor produtor da França no Mundus Vini 2017!

28 de abril de 2017

Paul Mas é o grande destaque entre os franceses no maior concurso de vinhos da Alemanha, recebeu o título de Melhor Produtor da França no tradicional Mundus Vini 2017.

Um pouco mais a respeito do produtdor: Jean Claude Mas é provalmente o produtor de maior sucesso dos últimos anos do Languedoc-Roussilon, Sul da França. A família Mas elabora vinhos desde 1982 na região. São 4 Domaines com situações de solos e mesoclimas variados.

Largamento premiado e demandado em todos os continentes, o "humilde enólogo" Jean Claude como se autoentitula, já foi eleito em 2008 o produtor do ano na Inglaterra por Tim Atkin pelo The Guardian.

Vinhos Laranjas?

24 de março de 2017

VINHO LARANJA?

            Os vinhos laranjas  são uma releitura dos vinhos produzidos nas origens da viticultura, que seu deu provavelmente na República da Geórgia, no Cáucaso.
            A sua linda coloração alaranjada, que transita entre o dourado intenso e o âmbar, seja brilhante ou um pouco turva, decorre do processo de maceração das uvas brancas com o mosto, tal como se produzem os vinhos tintos a partir de uvas tintas. A vinificação “oxidativa” - ou pelo menos não exasperadamente protetiva à ação do oxigênio - reforça esta pigmentação da matéria colorante. 
Josko Gravner, renomado enólogo do Friuli na Itália, foi o pioneiro em elaborar estes filosofais. Abandonou o main-stream da vinificação quando era o melhor produtor de vinhos brancos modernos da Itália, em busca de um caminho obscuro, o de reencontrar a essência da arte da vinificação perdida no tempo. Gravner optou pela vinificação em ânforas trazidas da Geórgia, que amplificam a pureza prístina dos seus vinhos. 
            O seu estrondoso sucesso não veio do dia para a noite, mas hoje os vinhos de Gravner são disputados por grandes conhecedores em todo o mundo, ou pelo menos por aqueles que se cansaram de beber vinhos tecnicamente perfeitos, mas sem alma!
            Um séquito de enólogos apaixonados seguiu Gravner, não somente no Friuli e na vizinha Eslovênia, mas em diversos cantos do planeta.
            Estes vinhos laranjas possuem uma complexidade ímpar, revelando desde notas florais, de cítricos confitados, de drupas e frutas secas, até notas “savoury” de cogumelos, de “sottobosco”, além de fortes acentos minerais. Sua estrutura é firme, fenólica, tal como um tinto, mas com o frescor e a mineralidade de um grande branco.
            Na mesa os vinhos laranjas fazem o papel de um grande branco acompanhando peixes e crustáceos em preparações bem saborosas, mas também fazem as vezes de um tinto escoltando com perfeição até carnes intensas como a de cordeiro.

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